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Estrias de Academia
e Musculação: Como Tratar

Quem treina pesado sabe: o ganho rápido de massa muscular também causa estrias. Descubra como tratar as estrias de academia de forma eficaz.

Por Letícia Santos
Esteticista · Atualizado em Abril 2025

Por que Quem Treina Desenvolve Estrias

O ganho rápido de massa muscular é um dos fatores menos conhecidos para o aparecimento de estrias — mas muito real. Quando o músculo cresce mais rápido do que as fibras de colágeno da pele conseguem acompanhar, ocorre o mesmo processo das estrias de gravidez: ruptura das fibras e formação de cicatrizes.

As regiões mais afetadas em quem treina são: braços (bíceps, tríceps), ombros, peito, costas, quadril e coxas.

Boa notícia para quem treina

Atletas e praticantes de musculação frequentemente percebem as estrias na fase vermelha — o melhor momento para tratar. A resposta ao tratamento é muito mais rápida e intensa nessa fase.

Tratamento de Estrias para Quem Treina

  • Protocolo adaptado para diferentes regiões do corpo
  • Sem necessidade de parar os treinos
  • Sessões espaçadas de 15 a 30 dias
  • Resultado mais rápido quando tratadas na fase vermelha
  • Combinar com cuidados preventivos para novas estrias

Como Prevenir Estrias Durante o Treino

  • Hidratação intensa da pele nas regiões de crescimento (2x ao dia)
  • Ganho gradual de massa — evitar bulk extremo
  • Alimentação rica em colágeno e vitamina C
  • Hidratação interna — mínimo 2,5 litros de água por dia

Perguntas Frequentes

Sim. As estrias causadas por musculação respondem muito bem ao tratamento, especialmente quando ainda estão na fase vermelha. O protocolo é o mesmo das outras estrias.
Não é necessário parar de treinar. Apenas recomendamos evitar exposição solar direta na região tratada nas 48h após cada sessão e manter a hidratação da pele.
Sim. Estrias nos braços e ombros — comuns em quem treina peito e bíceps — respondem bem ao tratamento, especialmente na fase vermelha.
Hidratação intensa da pele nas regiões de crescimento, ganho gradual de massa (evitar ciclos de bulk extremo) e manutenção de boa nutrição com colágeno e vitamina C ajudam a reduzir o risco.